Representantes da Câmara Municipal, do Sindicato dos Servidores, da Unimed, SAAE, e da Secretaria de Justiça da Prefeitura estiveram reunidos para juntos encontrarem uma alternativa para o impasse em relação ao convênio dos servidores.
Há seis meses a Administração Municipal e a Cooperativa Médica começaram as tratativas para definição de reajustes nos planos de saúde oferecidos aos Servidores e funcionários do SAAE, e Câmara Municipal.
A Unimed começou apresentando um reajuste em novembro de 86,36% alegando sinistralidade mais o IPC saúde de 9%, obviamente índice que claro não foi aceito. A Unimed então apresentou outra proposta na casa dos 45%, porém, com redução na disponibilidade de serviços e diferente do que foi contratado pelo município.
Sem solução inicial, a Prefeitura então solicitou que ela apresentasse os documentos contábeis para que pudéssemos entender de forma técnica o conceito da sinistralidade; aliás, estes documentos são obrigatórios e constam expressamente no contrato.
A Prefeitura, após análise absolutamente técnica, emitiu parecer informando, além de outras coisas, que a Unimed teve, na verdade, lucro líquido em 2024 de R$7.921.239 em 2025 R$7.143.477.
Depois de tomar conhecimento do parecer contábil, a Unimed encaminhou sim uma proposta de reajuste em 18%, porém, além de não reforçar que o reajuste neste percentual não significaria redução na disponibilidade de serviços, mesmo 18% já é o dobro do percentual devido.
Até a próxima terça-feira os representantes da Unimed vão decidir se concordam com a prorrogação do serviço por um prazo de 90 dias para discutir novas alternativas. Caso não haja acordo, a Cooperativa já se comprometeu na reunião a reduzir a tabela para os servidores.
Outra alternativa apresentada pela Prefeitura é o projeto de lei do auxílio de saúde suplementar com o repasse do valor subsidiado hoje pela administração pública direto no holerite do funcionário.
Essa proposta ainda depende de aprovação da Câmara Municipal, e concordância do Sindicato dos Servidores.











